Links da Semana #3

  1. Verificação de integridade de variáveis em busca de valores não nulos geralmente gera um código muito extenso (cheio de condicionais) ou um código propenso a falhas. A verdade é que quanto menos você lida com nulls, mais fácil de entender fica seu código. Para tratar destes casos, Larry dá umas dicas legais sobre iteração em arrays em PHP, prezando principalmente pela legibilidade e estabilidade.

  2. tornei público que o conteúdo deste blog é mantido no Github e automaticamente sincronizado aqui quando faço um push da master. O pessoal da Bitfalls.com deu um jeito (apesar de bem mais complicado) de fazer o mesmo utilizando wordpress.

  3. O ngrok é uma ferramenta prática para fazer um túnel entre uma porta na sua máquina e a internet. É útil para fazer testes com APIs externas, liberar prévias para stakeholders externos e executar testes automatizados, tudo isso sem grandes investimentos ou preocupações de segurança.

  4. Os dois primeiros posts da série "Writing Clean Code" de Jason McCreary já sairam. Lá ele levanta questões importantes para legibilidade do código, enquanto colegas fazem comentários pertinentes e proporcionam uma boa discussão sobre o tema.

  5. Poucos vícios de progamação são tão nocivos à manutenibilidade do código quanto a obsessão por primitivos. Algumas noções aprendidas nas matérias básicas de algoritmos não são escaláveis para sistemas complexos, e a economia na hora de criar variáveis primitivas em detrimento da legibilidade é uma delas.

  6. Quanto mais sistemas utilizam inteligência artificial para tomada de decisões importantes, mais alternativo torna-se explorar possíveis vulnerabilidades nestes métodos computacionais. O objetivo dos invasores é divergir o resultado do algoritmo manipulando a entrada, buscando saídas específicas ou simplesmente diferentes dos objetivos da ferramenta. Este artigo discorre sobre as principais categorias de ataques e as principais defesas que podem ser consideradas.

  7. O trabalho de Joe "begriffs" Nelson ajuda a compreender melhor o funcionamento dos domínios no Postgres e no SQL em geral. Exemplos práticos mostram o poder desta estrutura para garantir a integridade do banco, principalmente quando não há pleno controle da qualidade dos inputs via aplicação/código.

  8. Este artigo compara o desempenho entre o particionamento lógico do PostgreSQL 10 e do TimeScaleDB, que é uma extensão do primeiro, quando o assunto é banco de dados temporal. Mesmo um pouco enviesado, é uma boa oportunidade para entender o poder e as limitações do particionamento declarativo introduzido na nova versão.

  9. O POWA é uma ferramenta opensource de análise do desempenho para PostgreSQL. Além do monitoramento em tempo real e dos gráficos, ele sugere a otimização de consultas através de índices, com auxílio do HypoPG. Ainda não testei a ferramenta, mas pretendo fazê-lo e dedicar uma postagem exclusiva ao tópico.

  10. Resumão das principais funcionalidades de PostgreSQL 10 do ponto de vista dos desenvolvedores, algumas há muito esperadas e que estão fazendo sucesso.

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