Links da Semana #16

  1. Utilizar toda hora as funções LOWER do PostgreSQL e suas análogas nas linguagens de programação deixa o código mais difícil de ler e o esquecimento pode acarretar um comportamento inconsistente nas buscas de uma aplicação. Por isso existe o tipo citex, que ajuda na hora de comparar textos "case insensitive"

  2. Compilado de funções do PostgreSQL pouco conhecidas, incluindo dicas de estrutura, utilização e performance.

  3. Diferença dos principais tipos de SCAN do PostgreSQL explicados com exemplos práticos

  4. Este tutorial ensina dois aspectos poderosos do PostgreSQL: As queries com WITH RECURSIVE e a transformação de resultados em JSONs diretamente através do banco de dados, facilitando a integração com outras plataformas e facilitando bem o trabalho da aplicação.

  5. Dois caszzos de uso do Docker que vão além de CI/CD: Utilização de dados de produção para testes e garantindo a confiabilidade dos testes em ambientes complexos, como quando se depende de serviços externos.

  6. A Função EXTRACT do PostgreSQL é extremamente poderosa e razoavelmente eficiente para extrair porções específicas de datas em diversos formatos, podendo deixar as queries bem mais legíveis. Este tutorial fornece uma série de exemplos de uso dessa funcionalidade.

  7. A Wired publicou um artigo levantando pontos fracos e limitações das tecnologias de Machine Learning. Além das velhas discussões sobre a opacidade e baixa auditabilidade destas tecnologias, os autores lançam questões sobre a desaceleração da inovação no campo e soluções como o aprendizado assistido que vêm ganhando espaço ultimamente.

  8. Aplicação de reconhecimento de faces com óculos especiais utilizados por policiais chineses.

  9. O projeto Cookiecutter reune um boilerplate/blueprint para projetos Django estruturando um ecossistema bem completo para sua aplicação.

  10. Um design de aplicações chamado "Unary Call Sites" me chamou a atenção. Ao invés de declarar métodos chamados em diversos lugares, cada método deve ser chamado uma única vez. O reaproveitamento fica por conta da funções bases que são acessíveis através de adapters que basicamente estão lá justamente para isso. Isso em tese evitaria dependências instáveis e modificações em funções com centenas de consumidores que verão o comportamento esperado se alterar (ou a dolorida adição de um parâmetro extra "opcional"). Mais detalhes e discussões nesse artigo.

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